Mais uma noite de sábado em casa... Sei lá... Stressada com o fato de eu não ter amigos! Tá meio foda isso... Me afastei de todos os meus amigos e amigas de Campinas... Não sei se foi a distância ou o fato de que nós mudamos, mas sei que não oa vejo mais... Minha mãe perguntou se eu tinha falado com o Zagonel, mas faz mó cara que eu não falo com ele. Que relação utilitarista é essa? Só sei que está foda.... E o pior é ver o Will saindo todo fim de semana com os amigos dele. Não estou colocando a culpa nele, nem proibindo ele de sair com os amigos... Longe disso! Eu jamais faria isso... Mas eu queria fazer isso também. Para ter noção, eu até iria em uma festa da USP hehehe Só desabafando... Beijos
A gente conhece a mulher pela revista que ela lê. Nessa identidade está guardada todo seu seu segredo. É só ficar de olho na banca ou na portaria –caso das assinantes- para mapear o mulherio do bairro e do prédio. Mulher-Claudia, mulher-Criativa, mulher-Elle, mulher-Marie Claire.
É só ficar de tocaia e inverter a clássica pergunta freudiana: afinal, o que querem as revistas femininas?
As publicações do gênero muitas vezes nos assustam, amedrontam ou simplesmente nos afrouxam a mais irônica das gargalhadas. Sou viciado nelas. A patroa já não agüenta mais me ver fugindo com os seus almanaques para o banheiro.
Aprendemos sempre alguns bons truques com estas sábias brochuras. Das balzacas em chamas da “Nova” às minas mais modernas da “Lola” e da TPM –Trip Para Mulheres.
Às vezes nem carece folheá-las, basta uma lida nas manchetes de capa sob o sol da banca.
Fico meio assombrado, por exemplo, quando vejo que descobriram uma nova posição para o sexo. Como se não bastassem as milhares de combinações do Kama Sutra e de todos os outros compêndios.
Aí estamos falando da mulher-Nova. Confesso um certo medo diante desse tipo de fêmea. Elas têm mais fogo guardado nas entranhas do que todas as personagens de Almodóvar.
O vício das femininas. Chamadas: novos óleos eróticos, novos jogos para esquentar a cama,novos fetiches,vixe!, os mais poderosos cremes antirugas e anticelulites, barriga chapada em 15 dias etc etc.
Mas o que dá preguiça mesmo, só de pensar, são as exigências das novíssimas posições. Daquelas que dão câimbra só de vê o desenhozinho didático, tipo “faça você mesmo”, na página.
Houve um tempo que estas revistas eram bem menos atrevidas. Repare só nestas chamadas de capa das antigas:
“Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seucarinho e provas de afeto, sem questioná-lo.” (Revista Claudia, 1962).
“A desordem em um banheiro desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa”. (Jornal das Moças, 1965)
Tem mais, repare só que pérola:
“A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas, servindo-lhe uma cerveja bem gelada. Nada de incomodá-lo com serviços ou notícias domésticas”. (Jornal das Moças, 1959).
Nem o mais machista dos anúncios de cerva chegaria a tanto.
E o chauvinismo das redatoras _sim, a maioria era escrita por mulheres_ das antigas não ficava só na bebida. O pior vem ai:
“Se o seu marido fuma, não arrume briga pelo simples fato de cair cinzas no tapete. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa.” (Jornal das Moças, 1957).
Querem mais ummandamento de fé? Então lá vai:
“Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas”. (Jornal das Moças,1957).
E este aqui: “O noivado longo é um perigo, mas nunca sugira o matrimônio. ELE é quem decide - sempre!” (Revista Querida, 1953).
Agora, juro, vou encerrar, que assim já começou a virar galhofa, escárnio...Essa última chamada de capa é de chorar:
“Sempre que o homem sair com os amigos e voltar tarde da noite espere-o linda, cheirosa e dócil.” (Jornal das Moças, 1958).
Memória de Martin Luther King - assassinado no dia 4 de abril de 1968
Salve!
Há exatos 43 anos atrás era assassinado Martin Luther King- no dia 4 de abril de 1968 -, aos 39 anos de idade.
Aos que não o conheceram e que pouco leram ou ouviram a seu respeito: Martin Luther King foi um ícone da luta por igualdade e paz, seus ideais mobilizaram multidões...
Para um melhor entendimento, Karina Miranda da Gama fex um pequeno resumo, a seguir:
Ele foi um grande líder. Lutou incessantemente pelos princípios de liberdade e igualdade, e pelos direitos civis na América. Pelo combate pacífico contra o preconceito racial, ganhou o Prêmio Nobel da Paz. Mas a trajetória de um dos mais importantes e respeitados líderes políticos negros foi breve. Foi assassinado aos 39 anos por um branco segregacionista.
A luta de Luther King pelos direitos civis nos Estados Unidos teve início no episódio conhecido como Milagre de Montgomery, em 1955. Então presidente da Associação de Melhoramento de Montgomery, liderou, junto com os demais membros da comunidade, um boicote às empresas de ônibus da cidade, após um ato discriminatório a uma passageira negra. O MOVIMENTO começou quando A passageira, Rosa Parks, que se recusou a ceder o lugar no ônibus para um branco, e por isso ela foi presa por desacato às leis segregacionistas.
Este episódio colocou a questão racial em debate nacional e gerou um movimento, que durou um ano, para pressionar o Estado a abolir este tipo de segregação. A reivindicação foi acatada pela Suprema Corte Americana, que determinou o fim da discriminação nos transportes públicos.
Em seguida, King liderou uma série de protestos em diversas cidades norte-americanas contra a segregação racial em espaços públicos e pelos direitos civis do negro. Em 1960, os negros conquistaram o direito de acesso a bibliotecas, parques e lanchonetes.
Na década de 60, a questão racial era apenas uma parte da luta de classes nos EUA, além das greves e da luta dos trabalhadores, e da participação dos EUA em golpes e conflitos militares no mundo inteiro.
MARCHA – Em 1963, o ativista político liderou a Marcha para Washington, um movimento de luta pelo fim da segregação racial. O manifesto em prol dos Direitos Civis de todos os cidadãos americanos contou com a participação de mais de 200 mil pessoas. Na ocasião, Luther King proferiu o célebre discurso Eu tenho um sonho, que clamava por uma sociedade de liberdade e igualdade.
Aos 35 anos, Luther King foi contemplado com o Nobel da Paz, sendo o mais jovem ganhador deste importante Prêmio. A não-violência foi a forma utilizada para articular sua luta, realizada por meio de uma resistência firme, mas pacífica. No entanto, o líder político foi preso por diversas vezes, duramente criticado e sofreu ameaças por seus posicionamentos.
A batalha de Luther King pelos direitos civis dos negros teve continuidade com a aprovação da Lei dos Direitos Civis, assinada em 1964, que garantia a igualdade de direitos. No ano seguinte, mais uma importante conquista aconteceria: a aprovação da Lei dos Direitos de Voto para os negros. Luther King também lutou em favor de oportunidades de emprego para os pobres no país e, em 1967, uniu-se ao Movimento pela paz na Guerra do Vietnã.
ASSASSINATO – Martin Luther King foi assassinado no dia 4 de abril de 1968, aos 39 anos, em Menphis. Todavia, sua luta significou um marco histórico na defesa pelos direitos civis de toda a humanidade e pela paz. Seu legado influenciou o fim do Apartheid na África do Sul e permitiu que o mundo assistisse, na primeira década do século XXI, a ascensão do primeiro presidente negro dos Estados Unidos da América, Barack Obama.
Temos um sonho e a luta continua!
Manifestações de racismo são constantes na sociedade brasileira e mundial, e ainda assistimos a crimes bárbaros motivados pela questão racial. Os níveis de vitimização de jovens negros são alarmantes, conforme consta no Mapa da Violência 2011 – Os Jovens do Brasil, publicação do Ministério da Justiça e do Instituto Sangari, recentemente lançada (disponível em: www.mapadaviolencia.org.br).
De acordo com a análise, em todos os dados apresentados, a população negra ocupa os primeiros lugares entre as vítimas por mortes violentas, principalmente os homens negros. “Esta situação está presente em todas as regiões brasileiras, com raras exceções em alguns Estados, e visibiliza um nítido componente racial no perfil de incidência dessas mortes” (trecho do relatório).
FUNDAÇÃO PALMARES – Neste governo, o cerne da luta contra o racismo é fomentar ações de enfrentamento às violências motivadas pela discriminação, contribuindo para a promoção do direito da população negra à vida. E construir políticas de ações afirmativas para a valorização da cultura negra é o desafio da Fundação Cultural Palmares (FCP), ora sob a presidência de Eloi Ferreira de Araujo.
Com ferramentas como o Estatuto da Igualdade Racial e a disposição de avançar na transversalidade da cultura com os demais órgãos governamentais e segmentos sociais, os gestores da Palmares desejam promover a identidade dos negros e das negras no Brasil e no mundo. Neste ano se faz menção Internacionalmente aos Povos Afrodescendentes, e Luther King inspira o combate contra a discriminação.
Violência racial é violação de direitos humanos. Portanto, a luta pela igualdade e pela liberdade não pode parar!
Martin Luther King, um perfil
Martin Luther King nasceu numa família de negros norte-americanos, em 15 de janeiro de 1929, na parte mais radical do segregacionismo – o sul dos Estados Unidos, em Atlanta. Filho e neto de pastores, cresceu num ambiente de fortes convicções políticas e religiosas, tornando-se pastor batista aos dezenove anos. Formou-se em teologia pelo Seminário Teológico Crozer e, em 1955, concluiu o doutorado em filosofia pela Universidade de Boston. Defendeu a luta pela paz e se dedicou à filosofia do protesto não violento, inspirado nas idéias do líder indiano Mahatma Gandhi.
Quando entrei no quarto, Takeshi, ajoelhado no chão, olhava atentamente as coisas que encontrara na caixa. Estava tão absorto no que fazia que não percebeu a minha aproximação. Coloquei-me atrás dele antes de dizer num tom de voz acusador e brincalhão ao mesmo tempo:
“Mãos ao alto!”
O garoto assustou-se e fechou a caixa rapidamente. Abaixou a cabeça, envergonhado. Ao invés de brigar com ele, sentei-me ao seu lado e olhei as coisas espalhadas pelo chão. Aquilo me trouxe recordações amargas. Emaranhei-me num velho álbum de fotos amareladas do meu próprio passado, olhando imagens que tentava esquecer inutilmente. Estava tão absorto que não escutei a voz de meu neto. Apenas quando o fitei, percebi que falava comigo.
“Desculpe-me, pequeno, mas pode repetir o que disse?”
“Eu peço desculpas, vovô... Não devia ter mexido nas suas coisas.”
“Tudo bem, Takeshi. Mas que isso não se repita, entendeu?” depois que ele sacudiu a cabeça em concordância, continuei: “Agora, desça que sua avó acabou de tirar um bolo do forno.”
Depois que meu neto saiu, voltei-me para as coisas que ele encontrara. Balancei a cabeça, inconformado com tanta curiosidade. Aquela caixa ficava escondida e ninguém jamais a achara. Eu nunca mexia nela. As recordações que ela trazia não eram nada boas. Mas agora lá estava ela, mostrando-se por inteira. Senti as lágrimas descendo pelo meu rosto murcho e cansado, que a vida ficara encarregada de marcar profundamente.
Comecei a guardar tudo furiosamente, como se quisesse esconder meu passado de mim mesmo, mas guardava com tamanho mau jeito e pressa que, ao pegar um livro pela capa, algumas coisas caíram no meu colo. A que mais me chamou a atenção foi uma rosa vermelha amassada. Estava como eu: sem o vigor da juventude e cheia de recordações. E ela despertou uma lembrança especial em minha memória.
Lutei na Segunda Guerra Mundial. Tinha apenas 18 anos, mas parecia um garoto de 10. De muitos combates eu participei, muita gente eu vi morrendo, muitos ferimentos eu tive, mas nada que me tirasse do exército. Vi o que era o medo, a insegurança, a desesperança, o olhar vago e perdido de quem perdeu tudo e todos. E foi no meio disso que conheci Miaka. A paixão tomou conta dos dois e eu já fazia planos. Queria me casar com ela e, a partir daí, constituir uma família. Tudo isso ao fim da guerra. Não queria me casar ainda servindo, pois a morte era algo muito presente e não me agradava a idéia de deixar uma mulher viúva tendo que criar nossos filhos sozinha.
Porém, o destino adora brincar com as pessoas. Mesmo com o exército enfraquecido e sem um real motivo para lutarmos, fui para o front, apesar dos protestos de Miaka que chorou diante de minha convicção em partir. Enquanto a consolava, não pudemos resistir e ela acabou se entregando para mim. Antes de ir, ela me deu a rosa vermelha que eu segurava 60 anos depois.
Foi no campo de batalha que descobri que ia ser pai, mas novamente o destino me pregaria uma peça. Atingido por uma granada, fui conduzido desacordado para o hospital onde acordei alguns meses depois com a notícia do fim da guerra e das bombas nucleares lançadas no Japão. Miaka era de Hiroshima! Meu desespero não podia ser maior. Queria levantar-me daquela cama, mas não foi possível, já que muitas pessoas impediam-me.
Saí do hospital tempos depois com minha vida destruída. Mudei-me do Japão na tentativa de esquecer meu passado e reconstruir tudo com o pouco que tinha, que era mais uma vontade de lutar contra a desesperança que reinava no meu coração após o fim da guerra do que bens materiais propriamente dito. A imagem de Miaka na nossa última noite juntos continuava na minha cabeça. Junto com ela estava a esperança de que minha amada e meu filho estavam vivos em algum lugar e de que ainda os acharia vivos.
Mas o tempo é nosso inimigo. E ele passava rapidamente enquanto procurava. Com minha vida reconstruída em outro lugar, comecei a conviver com outras pessoas e acabei conhecendo minha atual esposa. Meu sentimento era menor do que o que eu sentia por aquela que deixei no meu país de origem. Sentia um enorme carinho por ela apenas, mas mesmo assim nos casamos. Tivemos filhos e netos. Porém queria saber onde estava aquele filho que não conheci. Como será que ele era?
As lágrimas correram mais rapidamente. Levantei-me do chão para guardar a caixa, mas minhas mãos tremiam tanto que acabei derrubando-a e todo o seu conteúdo espalhou-se novamente. Ainda com a visão embaçada, comecei a arrumar tudo, entretanto algo chamou minha atenção: uma carta fechada. Deveria ter sido entregue enquanto eu estava desacordado no hospital. A enfermeira deveria ter colocado-a dentro da mochila, junto meus pertences e, como nunca chegara a mexer com atenção naquilo que me provocava tanta dor, não li o que agora estava em minhas mãos. Por uma obra do destino, a enfermeira esquecera de me avisar sobre a carta. Não a culpo. Eram muitos os feridos que necessitavam de cuidados.
O remetente me indicava que a carta era de Miaka! Olhei bem para ver se era minha mesmo e lá estava meu nome, Issamu Konda, com a grafia firme dela. Hesitei para abrir o envelope. O medo das notícias impedia-me de seguir em frente. Minhas mãos tremiam na expectativa de descobrir algo. Respirei fundo e pensei em todas as possibilidades de notícias que podiam conter em suas folhas.
Finalmente, reuni coragem e pus-me a ler, esperançoso. Ao terminar, lágrimas corriam pela minha face num misto de tristeza e alegria. Ela sobrevivera ao ataque, mas o nosso filho não resistira à radiação. Meu desejo era vê-la, mas sabia que era impossível encontra-la. Só de saber que ela não morrera no ataque deixava meu coração aliviado. Tinha esperança de que, apesar de tudo, ela tinha sido feliz em sua vida, que havia casado e construído uma família, assim como eu construíra a minha, sem nunca esquecê-la totalmente.
Guardei a caixa, separando a rosa e a carta: elas seriam o marco de uma nova fase da minha vida. Uma fase com mais esperança e felicidade
Já perdi um amor por escondê-lo. Já segurei nas mãos de alguém por estar com medo.
Já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida.
Já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono.
Já fui dormir tão feliz ao ponto de nem conseguir fechar os olhos...
Já acreditei em amores perfeitos.
Já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram.
Já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou.
Já tive tanta certeza de mim ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois.
Já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância a pessoas que amava para mais tarde chorar quieto em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza.
Já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena.
Já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns.
Outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns.
Já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar.
Já calei quando deveria gritar.
Já contei piadas e mais piadas sem graça apenas para ver um amigo mais feliz.
Já inventei histórias de final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais ao ponto de confundir com a realidade.
Já tive medo do escuro.
Hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já caí inúmeras vezes achando que não iria me reerguer.
Já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro por ele levar alguém que eu amava embora.
Já chamei pela mãe no meio da noite fugindo de um pesadelo, mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram.
Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem formulas certas porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que eu não sou.
Não me convidem a ser igual porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade.
Não sei viver de mentiras.
Não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre...
Com o tempo aprendi que o que importa não é o que você tem na vida, mas QUEM você temna vida... E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher....
Bom, neste momento estou escutando uma música muito marcante para mim: Son los sueños todavia (letra no link http://www.musica.com/letras.asp?letra=818513). Esta música marcou o III EIV-SP e toda vez que a escuto eu choro... Não sei explicar o porquê, mas ela mexe comigo de um jeito que... sei lá... é estranho... Eu sei que sou chorona e ao mesmo tosca, grossa, etc... E este fato faz-me lembrar de uma frase muito famosa do Che: "Há de endurecer-se sem perder a ternura jamais." Não tenho nada mais para falar, só queria dividir esse momento de emoção... Beijos a td@s e bom final de semana!
Daqui desse momento Do meu olhar pra fora O mundo é só miragem A sombra do futuro A sobra do passado Assombram a paisagem.
Quem vai virar o jogo E transformar a perda Em nossa recompensa Quando eu olhar pro lado Eu quero estar cercado Só de quem me interessa.
Às vezes é um instante A tarde faz silêncio O vento sopra a meu favor Às vezes eu pressinto e é como uma saudade De um tempo que ainda não passou Me traz o seu sossego Atrasa o meu relógio Acalma a minha pressa Me dá sua palavra Sussurra em meu ouvido Só o que me interessa.
A lógica do vento O caos do pensamento A paz na solidão A órbita do tempo A pausa do retrato A voz da intuição A curva do universo A fórmula do acaso O alcance da promessa O salto do desejo O agora e o infinito Só o que me interessa.
Uma música que me fez lembrar um fato engraçado que aconteceu comigo há pouco tempo...
Vitoriosa
(Ivan Lins)
Quero sua risada mais gostosa Esse seu jeito de achar Que a vida pode ser maravilhosa Quero sua alegria escandalosa Vitoriosa por não ter Vergonha de aprender como se goza Quero toda a sua pouca castidade Quero toda a sua louca liberdade Quero toda essa vontade De passar dos seus limites E ir além, e ir além Quero sua risada mais gostosa Esse seu jeito de achar Que a vida pode ser maravilhosa Que a vida pode ser maravilhosa (instrumental) Quero toda a sua pouca castidade Quero toda a sua louca liberdade Quero toda essa vontade De passar dos seus limites E ir além, e ir além Quero sua risada mais gostosa Esse seu jeito de achar Que a vida pode ser maravilhosa Que a vida pode ser maravilhosa
Oi Pessoas! Resolvi aparecer depois de um bom tempo para escrever aquilo que eu disse uns posts atrás e que estava com preguiça. Quase desisti, porque quando estava escrevendo, sem querer apaguei tudo. Mas vou tentar de novo... Então, não sei quem viu a matéria da (argh!) Veja de umas semanas atrás sobre as modelos magras, lindas e famosas, mas odiadas. Para quem não viu, vai aí o link da reportagem: http://veja.abril.com.br/140410/mulheres-mais-odiadas-planeta-p-122.shtml Pois bem, o que quero falar é que eu realmente invejo essas mulheres. Elas são isso mesmo: lindas, magras e famosas, além de ganharem um tremendo de um dinheiro. É uma baita de uma injustiça com nós, simples mortais, mas fazer o que né? Eu sei que muitas delas não precisam fazer esforços para ser desse jeito, é coisa da maldita genética, e quem precisa, tem um mínimo de acompanhamento nutricional, pois tem dinheiro para isso, afinal ser magra é uma exigência da profissão delas. Qual o problema então? O problema é que nem todo mundo tem o biótipo delas e fazem dietas mirabolantes, além de apelarem para outras alternativas para mudança estética, como plástica e lipoaspiração, sem contar o número de pessoas com anorexia e bulimia atualmente. A mídia e a sociedade colocam um modelo físico ideal e as pessoas tentam seguí-lo de qualquer maneira, saudável ou não... Com a Veja publicando uma matéria dessa, esse modelo padrão só é reforçado ainda mais, principalmente entre as adolescentes que, em busca de uma auto-afirmação e aceitação social, não vêem limites para alcançar o padrão desejado. Peço para que essas modelos, lindas, reconheço, mas, o que aparenta ser, egoístas, pensem um pouco. Não quero que elas engordem ou deixem de ser o que são. O que defendo aqui é poder ser o que cada um é. Pensem o quanto não são só modelos de passarelas e roupas, mas também de padrão, de beleza, de exemplo. Sei que muitas foram alvo de brincadeiras por serem magras demais. Sabem o que é estar fora do padrão e ser alvo de preconceito. Não precisam se colocar no lugar. Só pensem... Pensem em quantas mulheres morreram numa mesa de cirurgia ou num regime alucinante por causa de um padrão. Só para serem como vocês...
O reitor da USP, João Grandino Rodas, não irá à reunião marcada para esta noite pelo Diretório Central dos Estudantes da universidade. No debate, serão discutidos dois assuntos polêmicos: moradia estudantil e ensino a distância. Segundo a assessoria da instituição, Rodas não pode comparecer pois está em evento fora da Cidade Universitária.
Por três vezes, os membros do DCE tentaram convidar o reitor para participar do debate, que seria o primeiro encontro entre Rodas e os estudantes. Segundo o DCE, a reitoria teria prometido um retorno telefônico, o que não aconteceu.
"É curioso que o reitor que se propôs a abrir um diálogo se ausente numa primeira oportunidade de debate público", afirmou o aluno do 4º ano de Ciências Sociais Thiago Trindade de Aguiar, de 21 anos.
A reunião, marcada para as 18h, acontece em um prédio da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Cerca de 80 alunos estão na sala. Com a ausência do reitor, os alunos convidaram o professor do Instituto de Física Otaviano Helene para participar do debate.
"Cursos a distância são uma ilusão. Eles surgem com o caráter de substituir as aulas presenciais, por conta da impossibilidade de ampliar as vagas presenciais", afirmou Helene.